Se Biden retirar os soldados do Iraque

          

“Se Biden retirar os soldados do Iraque a perseguição vai ser maior”, alerta líder cristão

Segundo o especialista, o terror que aconteceu no Afeganistão pode se repetir no Iraque com a saída das tropas americanas.

FONTE: COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN POST

ATUALIZADO: SEXTA-FEIRA, 17 SETEMBRO DE 2021 AS 2:36

Soldados americanos podem deixar o Iraque até o final de 2021. (Foto: Reprodução: Depto de Defesa dos EUA)
Soldados americanos podem deixar o Iraque até o final de 2021. (Foto: Reprodução: Depto de Defesa dos EUA)

Os planos do presidente Joe Biden de retirar as tropas americanas do Iraque, até o final do ano, podem levar a um aumento da perseguição aos cristãos e outras minorias religiosas, argumentou o presidente do Congresso de Líderes Cristãos.

Johnnie Moore é ex-comissário da Comissão dos Estados Unidos sobre Liberdade Religiosa Internacional e executivo de comunicação evangélica. Ele falou recentemente com o comentarista conservador, Glenn Beck, em seu podcast e discutiu a situação dos cristãos no Oriente Médio.

A entrevista ocorreu mais de um mês depois de Biden anunciar que os EUA vão encerrar sua missão de combate no Iraque até o final de 2021, mas continuarão a treinar e aconselhar os militares iraquianos. 

Situações semelhantes: Afeganistão e Iraque

Considerando todo o desespero em torno da retirada das forças dos EUA no Afeganistão, neste ano, e a ascensão do Talibã naquele país, Beck perguntou a Moore, “devemos tentar convencer essas pessoas [no Iraque] a fugir agora?”.

“Sempre hesito em dizer 'saiam agora'. Mas essa é uma decisão para essas pessoas considerarem”, respondeu Moore ao dizer que pensaria dessa forma caso ele mesmo estivesse agora no norte do Iraque, observando que a situação é semelhante a do Afeganistão.

“Então, se eu sou um cristão ou yazidi ou outra comunidade ameaçada no Iraque, sim, eu sairia de lá o mais rápido que pudesse”, continuou.

Moore que é autor de vários livros, entre eles “Desafiando o Estado Islâmico: Preservando o Cristianismo no local de seu nascimento e em seu próprio quintal”, advertiu que “podemos ver o que aconteceu no Afeganistão de novo”.

“Se você pensa que o Estado Islâmico era ruim, cinco ou seis anos atrás, você não viu nada ainda”, disse ele ao se referir ao grupo terrorista que já matou e escravizou milhares depois de conquistar grandes áreas de território no Iraque e na Síria em 2014. 


Foto de 2009 mostra soldados dos EUA no Afeganistão. (Foto: Manpreet Romana/AFP)

De acordo com as estimativas, havia cerca de 1,5 milhão de cristãos no Iraque em 2003, e o número foi reduzido para menos de 250 mil. Mesmo após a derrota do Estado Islâmico no Iraque, em dezembro de 2017, muitos dos cristãos iraquianos não encontraram sua pátria habitável. “Eles não puderam voltar para casa e muitos deixaram o país”, contou.

Lei Sharia sendo aplicada no Afeganistão

Após a retirada das tropas americanas no Afeganistão, o Talibã rapidamente assumiu o controle de grande parte do país, tomando a capital Cabul, no mês passado, e forçando os governantes a fugir.

O governo provisório recém-formado do Afeganistão inclui mais de uma dúzia de líderes designados como terroristas e ex-presos de Guantánamo. A International Christian Concern (ICC) alertou na semana passada, que enquanto o Talibã está reprimindo protestos também está aplicando a Sharia (lei islâmica).

Quase todos os cristãos afegãos — entre 8.000 e 12.000 — são convertidos do Islã e permanecem em grande parte fechados e escondidos dos olhos do público devido à severa perseguição.

Os temores não são infundados, dada a nova liderança. “Antes da tomada do país pelo Talibã, o Afeganistão já era um dos lugares mais difíceis do mundo para ser cristão”, disse o gerente regional da ICC para o sul da Ásia, William Stark.

Se o mesmo se repetir no Iraque, espera-se um aumento na perseguição aos cristãos, quanto à intensidade e violência. 

“Luz na escuridão”

  

“Luz na escuridão”: Modelo cristã não negocia seus princípios e evangeliza o mundo da moda

Inserida na poderosa indústria da moda, Hashmareen não comprometeu sua fé e levou muitos colegas a Cristo.

FONTE: COM INFORMAÇÕES DE AG NEWS

ATUALIZADO: SEXTA-FEIRA, 17 SETEMBRO DE 2021 AS 12:41

Hashmareen Griffin testemunhou sua fé no mundo da moda. (Foto: Reprodução/Facebook).
Hashmareen Griffin testemunhou sua fé no mundo da moda. (Foto: Reprodução/Facebook).

A cristã Hashmareen Griffin migrou para os Estados Unidos quando era criança, em 1983. Sua família precisou fugir da sua cidade natal, o Sri Lanka, quando o grupo terrorista Tamil Tigers iniciou uma guerra civil sangrenta. 

Apesar do choque cultural ter sido grande no seu novo lar na América, Hashmareen e sua família encontraram acolhimento na Assembleia de Deus americana, a igreja mãe da missão pentecostal no Sri Lanka em que eles conheceram Jesus. 

Griffin logo se adaptou a escola nos EUA e se destacou em diversos esportes, como atletismo, vôlei e tênis. Aos 14 anos, quando passeava no shopping com a mãe Dagma, a adolescente de 1m80 de altura, chamou a atenção de agente de modelos de Nova York. 

Hashmareen assinou um contrato com a agência e logo depois se tornou uma modelo internacional, desfilando e modelando para as maiores grifes de moda do mundo, como Donna Karan, Oscar de la Renta e Valentino. A jovem também foi capa de revistas de moda e comerciais de TV.

Inserida na poderosa indústria da moda, Hashmareen decidiu que não iria comprometer sua fé e seus princípios cristãos. Ela combinou com seus agentes que só faria sessões de fotos modestas; excluindo trabalhos de lingerie ou roupas de banho, e evitaria comerciais de bebidas alcoólicas ou cigarros. 


Hashmareen Griffin testemunhou sua fé no mundo da moda. (Foto: Reprodução/Facebook).

Enquanto suas colegas de passarela se envolviam com homens mais velhos, que lhe forneciam álcool e drogas, ela prometeu que manteria a pureza sexual até o casamento. Aos 17 anos, a modelo cristã já dava testemunho de sua fé e ficou conhecida como a jovem que não se interessa em modelar com roupas ousadas.   

Hashmareen, aproveitou para compartilhar o Evangelho a todas as pessoas que conhecia em seu trabalho: maquiadores, cabeleireiros, designers, jornalistas, outras modelos. Vários deles receberam Jesus graças à jovem evangelista.

“Cada indústria precisa de cristãos que compartilhem a Palavra de Deus, que vão por todo o mundo e fazem discípulos”, afirmou Griffin, ao Assemblies of God News. 

Referência para mulheres cristãs

Com 25 anos, a modelo conheceu seu esposo Allen durante um evento em sua igreja. Em 1998 eles se casaram e iniciaram uma família. Com 30 anos, Hashmareen se aposentou de sua carreira de modelo, quando seu primeiro filho Israel nasceu, agora com 18 anos. 

Hoje, ela e o esposo servem como evangelistas na mega-igreja Calvary Ormond Beach, na Flórida. O casal também fundou a ONG Excellerate, que atua com adolescentes não adotados no sistema de acolhimento e os prepara para ingressar na vida adulta.

“Ensinamos moças e rapazes que nossa imagem e nosso verdadeiro propósito na vida estão em Deus. Deus nos vê de uma maneira diferente de como nos vemos”, relata Hashmareen. 

Para Katlyn Bryan, apresentadora do programa cristão de TV “The Christian View”, ela é um exemplo inspirador de mulher cristã piedosa. “Eu amo que Hashmareen seja tão real e tão forte em sua caminhada cristã. Ela realmente é uma luz na escuridão e se sente confortável em grupos diferentes”, elogiou.

Bryan também afirmou: “As mulheres precisam ter uma referência de quem é firme em sua fé, que tem um ótimo casamento e uma ótima carreira”.



Hashmareen, seu esposo Allen e seus filhos. (Foto: Reprodução/Facebook). 

China prende alunos e professores

         

China prende alunos e professores de escola de música cristã e confisca pianos

Mais de 30 oficiais do Partido Comunista Chinês, incluindo oficiais da SWAT, invadiram a escola no início deste mês e também prenderam o diretor, que segue desaparecido.

FONTE: COM INFORMAÇÕES DE INTERNACIONAL CHRISTIAN CONCERN

ATUALIZADO: QUARTA-FEIRA, 15 SETEMBRO DE 2021 AS 3:13

Mais de 30 oficiais do Partido Comunista Chinês invadiram a escola no início deste mês. (Foto: Reuters/Christian Shepherd).
Mais de 30 oficiais do Partido Comunista Chinês invadiram a escola no início deste mês. (Foto: Reuters/Christian Shepherd).

Alunos e professores de uma escola de música cristã em Harbin, na província de Heilongjiang, na China, foram presos por autoridades do governo, no dia 4 de setembro, em mais um caso de perseguição religiosa. O diretor da escola, Xu, também foi preso e está desaparecido.

De acordo com o site China Aid, mais de 30 oficiais do Partido Comunista Chinês (PCC), incluindo oficiais da SWAT (Armas e Táticas Especiais, em português), policiais, oficiais do Gabinete de Assuntos Religiosos e administradores do distrito escolar local invadiram a escola cristã, às 8h30, e levaram presos mais de cem estudantes e os professores. Propriedades da instituição, como pianos, computadores e documentos foram confiscados. 

Um dia antes de ser preso pelo PCC, o diretor Xu contou para os professores que o dono da escola de música havia recebido uma ligação dos policiais, ameaçando a escola e perguntando se estavam preparados para o “julgamento”. Embora todos os alunos e a maioria dos professores tenham sido libertos no dia seguinte, alguns profissionais da escola ainda permanecem detidos, sendo interrogados. 

Segundo a International Christian Concern (ICC), uma organização cristã que monitora a perseguição no mundo, os cristãos locais estão preocupados que o diretor Xu seja criminalizado por “atrair menores para a religião”, já que a escola atende alunos menores de idade. 

“Como cada aluno paga 2.631 dólares pela mensalidade, é possível que o governo criminalize Xu por fornecer educação ilegal sob o crime financeiro”, afirmou o ICC.

O cristão Jin, amigo do diretor Xu, relatou: “Agora, os cristãos de algumas igrejas aqui estão lutando para encontrar um advogado para eles”. Jin também revelou que o diretor já havia sido perseguido pelo PCC anteriormente e alertou que agora não sabem sobre o seu paradeiro.

“O diretor Xu teve sua casa invadida duas vezes há seis meses. Seu telefone sempre foi grampeado. Apesar de nossos melhores esforços para descobrir seu paradeiro, não recebemos nenhuma notícia”, denunciou.

Jin explicou que o Partido Comunista Chinês é extremamente hostil em relação a escolas cristãs e caso a instituição não seja autorizada pelo governo, irão prender o responsável.

Cristãos são presos pela Inteligência

       

Cristãos são presos pela Inteligência no Irã enquanto participavam de culto doméstico

Ahmad Sarparast, Morteza Mashoodkari e Ayoob Poor-Rezazadeh foram levados a um local desconhecido para interrogatório.

FONTE:COM INFORMAÇÕES DE INTERNACIONAL CHRISTIAN CONCERN

ATUALIZADO: Quarta - Feira, 15 SETEMBRO DE 2021 AS 10:00

Os crentes foram presos em Rasht, onde a igreja subterrânea é fortemente perseguida. (Foto: Reprodução/Facebook).
Os crentes foram presos em Rasht, onde a igreja subterrânea é fortemente perseguida. (Foto: Reprodução/Facebook).

Mais três cristãos foram presos no Irã enquanto participavam de um culto doméstico, no dia 5 de setembro. Oficiais de inteligência invadiram a casa por volta das 22h e levaram detidos Ahmad Sarparast, Morteza Mashoodkari e Ayoob Poor-Rezazadeh a um local desconhecido para interrogatório.

Os crentes foram presos em Rasht, onde a igreja subterrânea é fortemente perseguida. Atualmente, 11 cristãos locais estão cumprindo pena de prisão, incluindo o pastor Yousef Nadarkhani. Mohammadreza Omidi (Youhan), outro crente, está vivendo em exílio interno e outros quatro cristãos estão aguardando suas sentenças. 

Nove entre os 11 cristãos presos estão cumprindo penas de cinco anos por participação e liderança em igrejas domésticas e são acusados ​​de “agir contra a segurança nacional”. A maioria das prisões aconteceram em janeiro e fevereiro de 2019, durante invasões a casas e igrejas domésticas na região. 

Nas últimas semanas, nove cristãos presos, detidos na Prisão de Evin, foram ameaçados de serem transferidos para outras penitenciárias. Neste caso, eles teriam que pagar o próprio transporte. Os crentes temem que uma transferência prejudique seus pedidos de novo julgamento, recurso ou licença.

Ocupando a 8ª posição na lista de países perseguidos da Missão Portas Abertas, o Irã é um país hostil ao cristianismo e os irmãos iranianos podem ser presos se sua fé for descoberta pelo governo.

O governo iraniano entende que a conversão de muçulmanos ao cristianismo é uma ameaça ao domínio islâmico no país. Então, os cristãos ex-muçulmanos são perseguidos pelo governo.  Família e comunidade participam dessa perseguição, já que enxergam como traidores aqueles que abandonam o islã e os costumes da religião.

Por conta desse cenário, as igrejas existem de maneira secreta e, quando são descobertas passam a ser invadidas, e todos os líderes e membros são presos. Eles recebem longas sentenças de prisão por “crimes contra a segurança nacional”.

Muçulmanos atiram contra igrejas

             

Muçulmanos atiram contra igrejas e casas de cristãos no Paquistão

Os atiradores dispararam centenas de balas de rifles Kalashnikov (AK-47) e outras armas, diz relatório.

FONTE: INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST E MORNING STAR NEWS

ATUALIZADO: QUARTA-FEIRA, 15 SETEMBRO DE 2021 AS 2:41

Asif Masih foi baleado quando homens armados muçulmanos atacaram a região de Sherakot. (Foto: Reprodução / Morning Star News)
Asif Masih foi baleado quando homens armados muçulmanos atacaram a região de Sherakot. (Foto: Reprodução / Morning Star News)

Um grupo de muçulmanos fortemente armados atirou indiscriminadamente contra uma igreja e casas de cristãos, ferindo pelo menos quatro pessoas, incluindo uma mulher grávida de seis meses, segundo um relatório.

O tiroteio ocorreu na localidade de Shamsabad na área de Sherakot, na cidade de Lahore, província de Punjab, no Paquistão, na segunda-feira (06), informou o Morning Star News.

Asif Masih, um dos residentes cristãos feridos, foi citado como tendo dito que ouviu gritos seguidos de rajadas de tiros de fuzis de assalto totalmente automáticos depois que ele voltou para casa do trabalho naquela tarde.

“Quando estava dizendo aos meus filhos para entrarem, vi um grupo de homens fortemente armados atirando indiscriminadamente contra uma igreja localizada na rua”, disse ele. “Eles então apontaram suas armas para as casas de cristãos vizinhos e dispararam saraivadas de balas contra eles”.

Os pistoleiros o viram e abriram fogo contra ele, ferindo-o nas duas coxas.

“Eu mal consegui me arrastar para dentro de minha casa e tranquei o portão, mas eles não pararam de atirar”, disse Masih. “Eu podia ouvi-los gritando que não poupariam os cristãos que moram na área e também incendiariam nossa igreja.”

Os pistoleiros também feriram três mulheres, identificadas como Nirma Bibi, Maria Kashif e Samina.

“Uma das mulheres feridas está grávida de seis meses”, disse Masih. “Ela foi atingida na perna por uma das várias balas disparadas contra o portão, mas felizmente os membros de sua família conseguiram prendê-la lá dentro.”

Polícia demora a responder

Embora os moradores da área tenham chamado a polícia às 14h30, os policiais só chegaram às 20h, disse Masih.

“Nossa rua inteira foi crivada de balas e pessoas ficaram feridas, mas a polícia não incluiu as seções relacionadas ao terrorismo no FIR [First Information Report]”, acrescentou. “Além disso, declarei em meu requerimento à polícia que o acusado havia continuamente ameaçado queimar a igreja e nos prejudicar, mas mesmo esses fatos estavam faltando no FIR formal.”

De acordo com o Morning Star News, dois dos atiradores foram identificados como Dilshad Dogar e Chand Khencha, que disparou centenas de balas de rifles Kalashnikov (AK-47) e outras armas.

A denúncia da polícia afirma que o disparo surgiu de uma disputa entre um cristão, Asghar Masih e Dogar.

 “Pergunte a eles por que Dogar e seus cúmplices abriram fogo contra as casas de cristãos e feriram pessoas inocentes como nós se eles tivessem apenas uma disputa pessoal com um indivíduo?”, reclamaram as vítimas. “A polícia protege os acusados desde o primeiro dia porque eles são muçulmanos e nós somos cristãos pobres”.

Questionamentos

O advogado Javed Gill, líder sênior da Associação de Advogados Cristãos do Paquistão, disse que há relatos conflitantes sobre o motivo dos disparos.

“Vários moradores alegaram que os acusados se opunham à presença de uma igreja na localidade e os pressionavam a interromper o culto ali, enquanto alguns dizem que o incidente foi resultado de uma disputa por uma garota”, disse Gill. “No entanto, mesmo que tenha sido uma disputa entre duas pessoas, como alguém pode justificar que toda a vizinhança cristã seja atacada com armas automáticas?”.

Muhammad Azeem, o encarregado da Delegacia de Polícia de Sherakot, foi citado como tendo dito que três homens foram presos e batidas policiais estavam sendo conduzidas para prender o outro acusado, mas ele se recusou a responder a perguntas sobre o atraso.

Estima-se que 1,6% dos 17 milhões de paquistaneses são cristãos, entre católicos e protestantes. Cerca de 97% dos paquistaneses são muçulmanos, predominantemente sunitas.

O grupo de vigilância da perseguição internacional Portas Abertas USA classifica o Paquistão em 5º lugar em sua lista de 2021 World Watch de países onde os cristãos enfrentam a perseguição mais severa devido a um nível “extremo” de opressão islâmica.

Paquistão também é listado pelo Departamento de Estado dos EUA como um “país de preocupação particular” por tolerar ou se envolver em violações flagrantes da liberdade religiosa.