Israel avisa que o Irã

              

Israel avisa que o Irã está perto de ter uma bomba nuclear: “O tempo está se esgotando”

A opção militar de atacar as instalações nucleares iranianas já foi considerada.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CBN NEWS

ATUALIZADO: SEGUNDA-FEIRA, 13 SETEMBRO DE 2021 AS 2:07

Base subterrânea que abriga mísseis mortais foi revelada pela Guarda Revolucionária Islâmica no Irã. (Foto: Reuters/Sepahnews)
Base subterrânea que abriga mísseis mortais foi revelada pela Guarda Revolucionária Islâmica no Irã. (Foto: Reuters/Sepahnews)

O primeiro-ministro israelense, Naftali Bennett, alertou o mundo de que o tempo está se esgotando para impedir o Irã de obter uma arma nuclear. Falando numa reunião de gabinete, no domingo (12), Bennett fez soar um alerta internacional. 

“Estou convocando as potências mundiais: não caiam na armadilha do engano iraniano que levará a concessões adicionais. Não se deve desistir de fiscalizar os canteiros e, a mensagem mais importante, é que deve haver um limite de tempo”, disse.

Segundo Bennet, o programa nuclear iraniano está no ponto mais avançado de todos os tempos e ele disse que a opção militar de atacar as instalações nucleares está aberta. 

“Israel considera que a imagem refletida no relatório da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) é extremamente séria, o que mostra que o Irã continua mentindo para o mundo e promove um programa de desenvolvimento de armas nucleares, violando suas obrigações internacionais”, disse Bennet em um comunicado.


Ebrahim Raisi, político e jurista conservador iraniano e atual presidente do Irã. (Foto: AP Photo/Ebrahim Noroozi)

Os campos incluem outra arma de terror

No início deste mês, a agência da ONU que monitora o programa nuclear do Irã divulgou um relatório confidencial dizendo que, por meses, o regime impediu o acesso a suas instalações nucleares danificando câmeras de vigilância. 

O relatório disse também que o país está expandindo seu programa nuclear, perigosamente, perto de um nível adequado para armas. O ministro da Defesa israelense, Benny Gantz, emitiu outro alerta com a divulgação de imagens de uma base de treinamento iraniana.

“A base Kashan, localizada ao norte da cidade de Isfahan, é usada para treinar terroristas do Iêmen, Iraque, Síria e Líbano, a fim de que alcancem seus objetivos econômicos, políticos e militares”, disse Gantz.

“Uma das ferramentas mais importantes empregadas pelo Irã e seus representantes são os UAV’s (Unmanned Aerial Vehicle ou, em português, Veículo Aéreo Não-Tripulado), com alcance de milhares de quilômetros”, revelou o ministro que também denunciou que há centenas deles espalhados pelos países citados.

 

A guerra do futuro

O Irã também está tentando transferir o know-how necessário para a produção de UAV para Gaza. Seth Frantzman, autor do livro “Drone Wars”, fala da atual situação como “a guerra do futuro”. 

“O que isso nos diz é que o Irã não está apenas exportando drones e projéteis, mas está trazendo pessoas para o Irã, treinando-as e enviando-as de volta”, disse Frantzman ao CBN News. 

“Eu acho que, é claro, tem grandes implicações para a região porque significa que você tem operadores muito qualificados que podem usar drones tendo como alvo navios ou instalações de energia ou o que quiserem”, alertou.


Central nuclear de Bushehr, no Irã. (Foto: AFP/2021/Behrouz Mehri)

 Em seu livro, Frantzman leva o leitor a observar que a nova tecnologia em rápida expansão pode ser usada para atingir usinas nucleares e isso representaria uma ameaça aos aeroportos civis. 

Só em 2020, já havia mais de 20 mil drones militares em uso. Além disso, ele aponta que há drones sendo construídos na TurquiaChina, Rússia e países menores como Taiwan. “As guerras futuras serão travadas com drones e vencidas por quem possuir a tecnologia mais sofisticada”, cita em seu livro.

“Somente uma posição firme da comunidade internacional, apoiada por decisões e ações, pode conseguir uma mudança de rumo para o regime de Teerã”, concluiu Bennet.

O acordo de 2015 exigia que o Irã reduzisse drasticamente seu programa nuclear em troca do levantamento das sanções, mas o Estados Unidos saiu unilateralmente do pacto em 2018 e, desde então, Teerã começou a violá-lo.

Grávida sobrevive a ataque

              

Grávida sobrevive a ataque Fulani se escondendo em cova com os 5 filhos: “Deus nos salvou”

Durante ataque de Fulanis a uma comunidade cristã na Nigéria, Juliet Yohanna e seus cinco filhos permaneceram dentro do buraco por quatro dias sem se alimentar.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE INTERNACIONAL CHRISTIAN CONCERN

ATUALIZADO: SEGUNDA-FEIRA, 13 SETEMBRO DE 2021 AS 4:35

Em ataque de Fulanis, Juliet Yohanna e seus cinco filhos permaneceram dentro do buraco por quatro dias. (Foto: Aid To The Church In Need).
Em ataque de Fulanis, Juliet Yohanna e seus cinco filhos permaneceram dentro do buraco por quatro dias. (Foto: Aid To The Church In Need).

Em agosto, radicais Fulani promoveram diversos ataques à comunidade cristã de Yelwa Zangam, no estado de Plateau, na Nigéria, matando 40 cristãos, incluindo 12 crianças.

Juliet Yohanna, uma mãe grávida de cinco filhos, sobreviveu milagrosamente a um dos massacres, que matou 14 membros de sua aldeia. “Naquele dia fatídico, os Fulani foram vistos nas colinas se movendo como se estivessem passando”, contou Juliet ao jornal Sun News. 

“Nosso povo não conseguiu dormir naquela noite. Mas enquanto tentávamos dormir um pouco nas primeiras horas do dia fatídico, os pastores (radicais) atacaram e os pegaram desprevenidos. Eles mataram 14 pessoas da comunidade, queimaram nossas casas e destruíram nossos alimentos. Não tínhamos para onde correr e nenhuma ajuda vindo em nossa direção”.

Para proteger seus filhos, a mãe pensou rápido: pegou as crianças e se escondeu num buraco de mineração para fugir dos militantes. Durante os quatro dias seguintes, Juliet e os filhos permaneceram escondidos, sem comer e beber. Enquanto isso, o esposo da mulher procurava a família desesperadamente e não os encontrando, concluiu que haviam sido assassinados no ataque.

Hoje, Julit conta que ela e os filhos conseguiram sobreviver graças à proteção de Deus. Segundo ela, os Fulanis chegaram a passar pelo buraco onde estavam escondidos, mas não os avistaram.

“Foi Deus quem nos salvou. Nunca soube que conseguiria. Imagine ficar quatro dias sem água. E eu estou grávida. Meus filhos também suportaram toda a situação”, testemunhou a mãe.

Perseguição na Nigéria

Conforme o relatório “Nigéria: Abordando a violência contra comunidades cristãs”, em 2018, os conflitos promovidos pelos fulanis foram seis vezes mais mortais do que os realizados pelo Boko Haram. 

Segundo o Portas Abertas, por causa do forte armamento e informações militares, acredita-se que os radicais fulanis sejam patrocinados por autoridades do governo da Nigéria. Muitos pastores andam armados para proteger seus rebanhos e são associados a estupros, roubos e violência comunitária.

O Gerente Regional da International Christian Concern (ICC) na África, Nathan Johnson, cobrou uma atitude do governo da Nigéria frente aos constantes massacres a cristãos no país.

"Esses ataques bárbaros e devastadores devem ser interrompidos. A perda de tantas vidas sem nenhuma ajuda do governo significa que os agressores provavelmente continuarão com a violência. O governo nigeriano deve descobrir uma maneira de parar esses ataques mais rapidamente e, em seguida, deve punir severamente aqueles que cometem essas atrocidades”, pediu Johnson. 

De acordo com com Sociedade Internacional para as Liberdades Civis e o Estado de Direito (Intersociety, na sigla em inglês), uma ONG sediada na Nigéria, em apenas 200 dias, cerca de 3.462 cristãos já foram mortos por militantes Fulani e pelo grupo terrorista Boko Haram no país africano, no primeiro semestre de 2021.

Pastores fazem orações e apelo em manifestações de 7 de setembro

              

Pastores fazem orações e apelo em manifestações de 7 de setembro: “Pela liberdade”

Em defesa da liberdade, inclusive religiosa, pastores e cristãos vãos às ruas no dia da Independência do Brasil.

FONTE: GUIAME, ADRIANA BERNARDOATUALIZADO: TERÇA-FEIRA, 7 DE SETEMBRO DE 2021 18:58
 
Manifestantes participam de ato na Esplanada dos Ministérios. (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil)
Manifestantes participam de ato na Esplanada dos Ministérios. (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil)

O Brasil completou neste “7 de setembro”, 199 anos de sua independência. A data é comemorada anualmente com desfiles cívicos e apresentações que remetem à importância do ato, concretizado por D. Pedro I. Pelo seu simbolismo, o dia é marcado por orações pelo país.

Neste ano, um novo ingrediente foi adicionado às comemorações, em todas as capitais houve manifestações populares ao ar livre, que tomaram pontos de destaque nas principais cidades. Em São Paulo, os eventos aconteceram na Avenida Paulista, palco praticamente fixo de atos públicos; no Rio de Janeiro, a orla de Copacabana foi o cenário dos encontros; em Brasília, toda a Esplanada dos Ministérios e outros pontos da capital federal ficaram tomados de populares.

Milhões de pessoas saíram de suas casas com um forte apelo por “democracia, respeito à Constituição Federal e às liberdades”. Os discursos giraram em torno dessas pautas, para muitos, ameaçadas no país, que se encontra polarizado politicamente.

De acordo com comentaristas políticos, essas foram as maiores manifestações populares no país até hoje. Famílias inteiras saíram às ruas, levando seus idosos e crianças, pintado de verde e amarelo os locais onde as manifestações aconteceram. Com isso, a ideia era mostrar que os eventos seriam pacíficos, como de fato, foram, de acordo com notícias veiculadas.

Bandeiras do Brasil desfilaram nas mãos e sobre os ombros das pessoas, em alusão ao real motivo dos eventos: respeito à Nação e à Constituição que garante liberdade aos cidadãos.

Lideranças cristãs

Os atos mobilizaram de forma quase que unânime a liderança evangélica brasileira, que ao longo dos dias que antecederam o feriado de “7 de Setembro”, fizeram manifestações pelas redes sociais e até convocações para que as pessoas saíssem para orar pelo Brasil. A principal recomendação era para que todos se manifestassem de forma ordeira e de forma cívica.

Em Brasília, diversos pastores estiveram com o presidente da República antes mesmo das manifestações. Eles se reuniram com Jair Bolsonaro para orar pelo chefe d

Presidente do Conselho de Pastores do Estado de São Paulo (CPESP), o Pr. Edson Rebustini postou uma foto ao lado do chefe do Executivo, com quem esteve na véspera do feriado, lembrando que três anos anteriores o presidente havia sofrido um atentado. O líder da Igreja Bíblica da Paz, participou das manifestações em Brasília e na Avenida Paulista.

Em Belo Horizonte, o Pr. Jorge Linhares, da Igreja Batista Getsêmani, esteve ao lado do Pr. Jabes Alencar e outras lideranças locais para orar pelo país. “BH mostrou hoje para o Brasil que vamos lutar por nossa liberdade! Brasil acima de tudo e Deus acima de todos!”, declarou.

Pastor de Jovens na Igreja Batista da Lagoinha, Lucinho Barreto escreveu em seu Instagram: “O Brasil é de Jesus e nenhum togado vai bancar de rei dessa nação! SUPREMO É JESUS!”.

No Rio, o Pr. Josué Valandro, da Igreja Batista Atitude, disse que a Praia de Copacabana estava “lotada pela liberdade de opinião, de religião, de expressão, de voto limpo aditável e limpo! Pelo respeito entre os poderes e à Constituição Federal!”.

Manifestação na avenida Paulista marca feriado de 7 de setembro. (Foto: Renato S. Cerqueira / Futura Press / Estadão Conteúdo)

Um dos líderes evangélicos mais atuantes nas redes sociais, Silas Malafaia disse que as manifestações tinham como principal objetivo defender a Constituição. Ele esteve em Brasília, onde fez uma oração na Esplanada dos Ministério, ao lado do presidente. Na parte da tarde, Malafaia esteve em São Paulo, onde gravou imagens da Avenida paulista lotada.

Ao lado de figuras como o ex-senador Magno Malta, o apóstolo César Augusto, da Igreja Fonte da Vida, e do Pr. Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, o presidente Bolsonaro discursou na Paulista durante 20 minutos. Em sua fala, reafirmou que “só Deus” o tira da presidência.

Em seu discurso, o presidente criticou as ações de alguns governadores e prefeitos na gestão da pandemia. “Ignoraram a Constituição, tolheram a liberdade de expressão, o direito de ir e vir, o direito de trabalhar e de frequentar os templos religiosos para suas orações”, descreveu.

China prende alunos e professores de escola de música cristã e confisca pianos

                

China prende alunos e professores de escola de música cristã e confisca pianos

Mais de 30 oficiais do Partido Comunista Chinês, incluindo oficiais da SWAT, invadiram a escola no início deste mês e também prenderam o diretor, que segue desaparecido.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE INTERNACIONAL CHRISTIAN CONCERN

ATUALIZADO: SEGUNDA-FEIRA, 13 SETEMBRO DE 2021 AS 3:13

Mais de 30 oficiais do Partido Comunista Chinês invadiram a escola no início deste mês. (Foto: Reuters/Christian Shepherd).
Mais de 30 oficiais do Partido Comunista Chinês invadiram a escola no início deste mês. (Foto: Reuters/Christian Shepherd).

Alunos e professores de uma escola de música cristã em Harbin, na província de Heilongjiang, na China, foram presos por autoridades do governo, no dia 4 de setembro, em mais um caso de perseguição religiosa. O diretor da escola, Xu, também foi preso e está desaparecido.

De acordo com o site China Aid, mais de 30 oficiais do Partido Comunista Chinês (PCC), incluindo oficiais da SWAT (Armas e Táticas Especiais, em português), policiais, oficiais do Gabinete de Assuntos Religiosos e administradores do distrito escolar local invadiram a escola cristã, às 8h30, e levaram presos mais de cem estudantes e os professores. Propriedades da instituição, como pianos, computadores e documentos foram confiscados. 

Um dia antes de ser preso pelo PCC, o diretor Xu contou para os professores que o dono da escola de música havia recebido uma ligação dos policiais, ameaçando a escola e perguntando se estavam preparados para o “julgamento”. Embora todos os alunos e a maioria dos professores tenham sido libertos no dia seguinte, alguns profissionais da escola ainda permanecem detidos, sendo interrogados. 

Segundo a International Christian Concern (ICC), uma organização cristã que monitora a perseguição no mundo, os cristãos locais estão preocupados que o diretor Xu seja criminalizado por “atrair menores para a religião”, já que a escola atende alunos menores de idade. 

“Como cada aluno paga 2.631 dólares pela mensalidade, é possível que o governo criminalize Xu por fornecer educação ilegal sob o crime financeiro”, afirmou o ICC.

O cristão Jin, amigo do diretor Xu, relatou: “Agora, os cristãos de algumas igrejas aqui estão lutando para encontrar um advogado para eles”. Jin também revelou que o diretor já havia sido perseguido pelo PCC anteriormente e alertou que agora não sabem sobre o seu paradeiro.

“O diretor Xu teve sua casa invadida duas vezes há seis meses. Seu telefone sempre foi grampeado. Apesar de nossos melhores esforços para descobrir seu paradeiro, não recebemos nenhuma notícia”, denunciou.

Jin explicou que o Partido Comunista Chinês é extremamente hostil em relação a escolas cristãs e caso a instituição não seja autorizada pelo governo, irão prender o responsável.

 

Cristãos nigerianos continuam a morrer sob toque de recolher do governo

    

Cristãos nigerianos continuam a morrer sob toque de recolher do governo

Nigéria é comparada ao Afeganistão por crescente perseguição aos cristãos.

em 3 de setembro de 2021

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Moradores assistem a um enterro em massa para 17 pessoas mortas em um ataque

Moradores assistem a um enterro em massa para 17 pessoas mortas em um ataque (Foto: Reprodução/Usman Stingo)

 

Mais de cinquenta cristãos foram mortos em Jos, na Nigéria, vítimas de uma ataque de muçulmanos fulanis. As mortes de cristãos e estudantes universitários aconteceram durante um toque de recolher ordenado pelo governo.

“Estava escuro e frio quando os agressores vieram vestidos com roupas pretas e equipados com armas sofisticadas”, disseram os moradores locais, segundo Christian Concern.

Esses tipos de assassinatos noturnos são muito comuns na região do Cinturão Médio da Nigéria, incluindo quando as comunidades são bloqueadas por toques de recolher do governo e, portanto, tornadas em grande parte incapazes de se defender.

Em 25 de agosto, foram mortos 41 cristãos no distrito de Yalwa Zangam, na área do governo local de Jos North, uma localidade povoada por cristãos e muçulmanos hauçás.

 

“Nenhum muçulmano hauçá foi morto. Enterramos 18 dos que foram queimados além do reconhecimento e levamos 15 corpos para o governo”, disse Bulus Zaka, um local, acrescentando que outra comunidade vizinha, Kunga, foi atacada no dia seguinte e sete pessoas, todas cristãs , foram mortas.

Samuel Aruwan, comissário do Ministério da Segurança Interna e Assuntos Internos do Estado de Kaduna, confirmou o ataque em um comunicado e listou os nomes dos mortos. Aruwan não conseguiu dizer o número final de pessoas mortas ou identificar os agressores.

“Pedimos às autoridades nigerianas que parem imediatamente nas mortes crescentes de cristãos no estado. E a comunidade internacional para reagir ao aumento de assassinatos no estado do Plateau . Se esse terrorismo continuar, a Nigéria se tornará outro Afeganistão”, escreveu o Presidente Nacional do Movimento da Juventude Irigwe.